O Programa
Inatel Cas@viva realizou, pela segunda vez consecutiva, a Passeata em comemoração ao Dia da Responsabilidade Social do Ensino Superior
Particular, promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior,
ABMES. O tema deste ano foi o Lixo Tecnológico. A intenção foi mobilizar a
comunidade para o correto descarte de aparelhos eletrônicos, celulares,
computadores e periféricos e para o reaproveitamento desses materiais. O
destino final da passeata foi a praça central de Santa Rita do Sapucaí, onde os estudantes distribuíram materiais informativos para a população. No local, foi montado um
posto de coleta de aparelhos eletrônicos inutilizáveis, que serão posteriormente
enviados para reciclagem.
Dia 27 de setembro - Dia da Responsabilidade Social
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A passeata fez
parte de um projeto que está sendo desenvolvido pelo Inatel com o objetivo de
trabalhar, de forma estratégica, a questão do Lixo Tecnológico na instituição. O
projeto irá envolver quatro setores do Instituto, que realizarão pesquisas e
experiências práticas sobre o tema: o Núcleo de Empreendedorismo, a Prefeitura
do Campus, Inatel Cas@viva e um grupo de Iniciação Científica.
O Inatel Cas@viva
já iniciou um trabalho de conscientização com os alunos. Foram realizados
cursos onde os jovens aprenderam a reaproveitar alguns
componentes eletrônicos não recicláveis, como uma placa de circuito impresso
que pode virar um cartão, ímã de geladeira ou suporte para copos, por exemplo.
A Prefeitura
do Campus será responsável por se relacionar com empresas de reciclagem de Lixo
Tecnológico e por reservar espaço para armazenagem do material, entre outras
atribuições. Já o Núcleo de Empreendedorismo - NEmp, além de coordenar o projeto,
irá monitorar um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica – Evtec, para
conduzir essa gestão.
Um grupo de
Iniciação Científica, formado por alunos dos cursos de graduação do Inatel, irá
estudar o destino que pode ser dado ao Lixo Tecnológico, a viabilidade técnica,
econômica e comercial da reciclagem e como tratar componentes não-recicláveis, entre
outros pontos importantes sobre o tema. A pesquisa, coordenada pelo professor
do Instituto, Carlos Alberto Vasques, vai trabalhar no campo experimental, avaliando
o que deve ser posto em prática.
“A
princípio, devemos trabalhar dentro do campus e assim que tivermos frentes de
atuação concretas vamos repassar o resultado de nossos estudos a outras instituições
e à comunidade local, sobretudo a empresarial, que também tem interesse em resolver
este problema, dando apoio a implementação do projeto no município”, afirma Rogério
Abranches da Silva, gerente do NEmp, setor responsável por coordenar o projeto.
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